[...] E é como se os desenhos fossem pintados; cada pincelada dada tem um “Q” de ideal, de essencial e de fundamental... Os desenhos são tão reais, parecidos com os que já se tinha visto no computador, mas com uma verdade sem igual.
Sonhando pode-se tocar no desenho formado, pode-se dar vida ao boneco que é. Daí vem os fogos, os fogos de vida que, claro, tem que ter em todo sonho desenhado à mão. Mas aquela vida que “É” é apenas um “Seja” que, creio eu, não passa da vontade de estar lá, lá onde se começou a pintar o sonho perfeito cheio de realidade.
O desenho é bom, alvo, saudável e dança muito, mas a dança convém ao sonho que é, que manipula o que o pincel do Ramo fez.
Ah! Mas qual será a diferença entre o desenho animado pelo sonho e a vida? E qual serão as chances, também, do Ramo tornar verdade aquela Obra de arte formada na mente? A diferença entre o ideal (o Seja) e o real (o É) é apenas um beliscão ou qualquer outra coisa que lhe faça acordar logo. As chances de o Ramo ser amigo e dar de verdade o que a mente pintou são pouco generosas... E isso se o real der para ser vendido tanto no Ramo quanto em outros meios artísticos...
Fazendo sentido ou não, os desenhos banhados de beleza em flor são movimentados pelo sonho (que morre, talvez temporariamente, quando se tem a percepção de que a hora de dormir acabou e de que, de novo, o real espera ser arrumado...).


Oi Mateus, curtiu o site!? hausihash
ResponderExcluirSó ficou faltando a barra de vídeos, prometo fazer em breve.
É que tive dor na vista só de editar isso rs.
Gastei o domingo inteiro.
Mas valeu a pena.